Aprender espanhol cantando: prática, análise e metodologia

Autor: Vallerius, Denise Mallmann
Ano: 2014
Instituição: IFRS
Área: Linguística, Letras e Artes
Tipo: Projeto de Pesquisa
Resumo: Este projeto de pesquisa busca analisar como a música pode atuar como ferramenta eficaz no aprendizado de uma língua estrageira moderna, mais especificamente, a língua espanhola, resultando na elaboração de material de apoio pedagógico para docentes de língua espanhola, na pesquisa e no desenvolvimento de uma nova metodologia de ensino, tendo por base referenciais teóricos da área da aquisição da linguagem e da pedagogia. Para tanti, o projeto aliará ensino, pesquisa e extensão, uma vez que a pesquisa realizar-se-á a partir da conssecução do projeto de extensão “Vem cantar com a gente”, a ser desenvolvido no Câmpus Restinga a partir de agosto de 2013, estando veiculado ao PROPEL (Programa Permanente de Ensino de Línguas Estrangeiras Modernas do Câmpus Restinga). Esse grupo irá cantar e tocar variadas músicas de língua espanhola, formando um coral itinerante que, ao apresentar-se, também levará à população, de forma descontraída, informações sobre língua e cultura de países que a falam. Assim, além de os integrantes do grupo aprenderem a língua espanhola por meio da música, também os expectadores das apresentações aprenderão um pouco da língua estrangeira. Cabe frizar que o aprendizado do grupo incluirá o trabalho de aspectos linguísticos, vocabulares e culturais suscitados pelas músicas ensaiadas.

Turismo de base comunitária o olhar de uma comunidade sobre seus processos e manifestações culturais

Autor: Nunes, Mirelle Barcos
Ano: 2011
Instituição: Feevale
Área: Interdisciplinar
Tipo: Dissertação
Resumo: 
A presente dissertação trata de uma pesquisa de campo de cunho qualitativo que identificou e analisou processos e manifestações culturais da comunidade do bairro Restinga, na cidade de Porto Alegre, que fundamentam o Turismo de Base Comunitária. Essa modalidade do turismo dispensa organizações mercadológicas externas à comunidade e valoriza o contato interpessoal entre visitante e visitado, cuja relação tem como principal fonte de diálogo a percepção dos moradores do bairro sobre seu patrimônio cultural. Esta pesquisa possui três etapas: primeiramente, foi feita uma revisão da literatura em torno do tema, através de conceitos como turismo, patrimônio, cultura, identidade e memória. Após, foi feita a análise de um jornal de bairro, na busca por representações sobre a comunidade e, por fim, foram entrevistados moradores acerca de sua percepção quanto às questões culturais do bairro.

A cultura de paz e de não violência: uma proposta de intervenção em escolas públicas na Restinga

Autor: Costa, Giseli Paim; Lopes, Felipe Ferreira; Rodrigues, Stellen Giacomelli; Costa, Zuleika Schmidt

Ano: 2012

Instituição: IFRS; Facos

Área: Ciências Humanas

Tipo: Trabalhos completos publicados em anais de congressos

Resumo: 

Esse texto é resultado de uma intervenção em escolas públicas, a partir da perspectiva da Cultura de paz e da não violência em escolas na Restinga (em Porto Alegre-RS, Brasil) e em Medianeira (em Osório-RS, Brasil). A violência hoje é um assunto que faz parte das discussões do nosso cotidiano, em todas as esferas da nossa vida social e, principalmente, na escola. Uma das variáveis fundamentais para se compreender o crescente aumento da violência da sociedade brasileira não é apenas a desigualdade social, mas o fato desta ser acompanhada de um esvaziamento de conteúdos culturais, particularmente, os éticos e de cultura de paz, nos sistemas de relações sociais. A perspectiva metodológica a ser adotada é a Pesquisa Participante. Os sujeitos da pesquisa serão os respectivos membros dessas comunidades escolares como: os professores, alunos, equipe diretiva, pais e funcionários. Como resultados esperados, a partir do viés da Pesquisa Participante, pretendemos conhecer o processo de construção de uma cultura de paz e não-violência nas escolas proponentes, estabelecendo coletivamente estratégias que visam acabar ou coibir a violência no contexto escolar, e também, posteriormente, a partir dos resultados obtidos, promover cursos de extensão voltados para a formação continuada de professores na perspectiva da Cultura de Paz e não violência.

Utilização de métodos contraceptivos por adolescentes do sexo feminino da comunidade Restinga e extremo sul

Autor: DUARTE, Heloisa Helena S; BASTOS, Gisele Alsina N.; Del Duca, Giovâni Firpo; Corleta, Helena von Eye
Ano: 2011
Instituição: HMV
Área: Ciências da Saúde
Tipo: Artigo periódico
Resumo: 

OBJETIVO:Estimar a prevalência de uso de métodos contraceptivos entre as adolescentes do sexo feminino e descrever as características demográficas e socioeconômicas. MÉTODOS: Estudo transversal realizado na Comunidade Gerência Distrital Restinga/Extremo Sul, em Porto Alegre (RS), de julho a dezembro de 2009. Foram entrevistadas 487 adolescentes de dez a 19 anos, moradoras dessa comunidade. O desfecho em estudo foi o uso de método contraceptivo utilizado isoladamente ou em associação com outro método. As variáveis independentes foram: idade, cor da pele, classe social, estado civil, escolaridade em anos de estudo, situação conjugal, atividade remunerada, religião, gravidez não planejada e aborto.RESULTADOS: Das adolescentes entrevistadas, 51% tinham entre 15 e 19 anos, 67% eram brancas, 29% pertenciam às classes A e B e 59%, à classe C. A sexarca ocorreu, em média, aos 15 anos. O uso de algum método contraceptivo foi referido por 75% das adolescentes sexualmente ativas. A pílula foi o método mais referido (62%), seguido do preservativo masculino (38%) e do anticoncepcional hormonal não oral (injetável ou implante, 16%). Não houve associação significante entre o uso de método contraceptivo e as variáveis demográficas e socioeconômicas analisadas.CONCLUSÕES: O número de adolescentes sexualmente ativas sem uso de contracepção eficaz (25%) é preocupante.

Ambientes favoráveis ao lazer ativo na Restinga

Autor: Stocchero, Cíntia Mussi Alvim
Ano: 2014-Atual
Instituição: IFRS
Área: Ciências da Saúde
Tipo: Projeto de Pesquisa
Resumo: 
O estilo de vida ativo passou a ser um dos mais importantes determinantes da saúde de indivíduos, grupos e comunidades. Além disso, hoje a inatividade física apresenta-se como a quarta causa de mortalidade no mundo. Dentro desse contexto, uma das possibilidades de aumento no nível de atividade física pela população em geral é a utilização de espaços públicos e privados que favoreçam o lazer ativo. Através de nossa pesquisa iremos mapear e classificar os ambientes favoráveis à prática de lazer ativo no bairro Restinga, identificando o potencial de uso dos mesmos para a prática de atividade física pela comunidade. Para isso, será realizado um estudo exploratório quantitativo, que se dividirá em 2 etapas: mapeamento e avaliação dos ambientes. Na primeira etapa, ocorrerá a seleção e mapeamento dos ambientes favoráveis ao lazer ativo, a partir de informações fornecidas pela Secretaria Municipal de Esporte do Município de Porto Alegre. Na segunda etapa, os ambientes serão avaliados através de instrumento específico. Todas as variáveis do estudo serão analisadas de forma descritiva por meio de frequência absoluta e relativa. Ao final do estudo, será organizado o seminário “Lazer Ativo” na forma de grupos focais. Os resultados do projeto podem representar um primeiro momento para que melhorias estruturais sejam implementadas nesses espaços e intervenções de promoção da saúde e lazer ativo possam ser planejadas para o público residente no bairro, incluindo a proposição de intervenções através de projetos oriundos do CST em Gestão Desportiva e de Lazer do Câmpus Restinga.

Cadastro de espaços e coletivos

 Cadastro para espaços, coletivos e atividades independentes do setor cultural para a Lei Aldir Blanc encerra na próxima segunda-feira, dia 31/08, pelo site https://bit.ly/MapeamentoCulturaPOA.

O valor do subsídio pode varia de 3mil a 10 mil reais. Para esta primeira fase: Quem pode se inscrever? Entidades culturais, espaços, coletivos e atividades independentes. Com CNPJSem, CNPJCom mais de 2 anos de atividades. Veja algumas das atividades que podem receber o auxílio: Pontos de cultura, microempresas, comunidades de Terreiro, culturas afro-brasileiras, culturas indígenas, grupos teatrais, de slam, batalhas de MC, festas populares. O que precisa para se inscrever? Preencher o formulário no link https://bit.ly/MapeamentoCulturaPOA. Acrescentar o portfólio.

Pode ser copiado ao campo do formulário os links das notícias, dos cartazes e imagens das atividades realizadas nos último dois anos. Contrapartida posterior de realização de atividades culturais em escolas públicas. Por que é importante se inscrever? As atividades culturais de periferia normalmente têm bastante dificuldade de acesso aos recursos de fundos e financiamentos públicos. É necessário mostrar a demanda e a diversidade da atuação cultural que não está no centro das grandes cidades.

Assessoria no cadastro: Se você precisar de ajuda para se cadastrar, você pode acessar as duas lives realizadas pelo Observatório da Comunidade (https://www.facebook.com/observatoriodacomunidade), pelos links https://www.facebook.com/watch/?v=357435858597900&extid=GB9yZyLypMvkWd0O e https://www.facebook.com/watch/?v=1179281859104075&extid=WOJ003HFQE1EsA4B ou solicitar auxílio pelo grupo de whatsapp Emergência Cultura, pelo link https://chat.whatsapp.com/EbQ6gmjB1XU62OEZBbB13M.

[Assista o vídeo aqui]

Culturas afro-brasileiras na Lei Aldir Blanc

As culturas afro-brasileiras também podem se cadastrar como espaço para recebimento do auxílio de três a dez mil reais pela Lei Aldir Blanc.Confira o vídeo das lideranças comunitárias José Ventura e Eunice Mariano, e participe da nossa live na próxima quarta-feira, 12h, na página da TV Restinga e do Observatório da Comunidade sobre o Cadastro de espaços culturais e artísticos, com foco na elaboração de portifólio e documentação e nos espaços e coletivos sem CNPJ. Participe! E faça o cadastro do seu espaço ou coletivo.Mais informações podem ser obtidas pelo grupo no whatsapp criado para assessoria ao cadastro à Lei Aldir Blanc, coordenado pelo professor Roberto Souza, do Campus Restinga.

Acesse o grupo pelo link https://chat.whatsapp.com/EbQ6gmjB1XU62OEZBbB13M

[Assista o vídeo aqui]

Se você é trabalhadora ou trabalhador da cultura, acompanhe o vídeo em que o professor Roberto de Souza fala da Assessoria ao cadastro na Lei Aldir Blanc.

Ele convida, ainda, à participação na live de amanhã, 19/08, às 12h, na página da TV Restinga e do Observatório da Comunidade, sobre cadastro de grupos, coletivos, espaços e equipamentos artísticos e culturais. Assista e participe! Cadastros de espaços, coletivos e equipamentos culturais e artísticos ocorrem até o dia 22/08, pelo site https://bit.ly/MapeamentoCulturaPOA.

Mais informações podem ser obtidas pelo grupo no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/EbQ6gmjB1XU62OEZBbB13M

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Confira o que o André de Jesus tem a nos falar sobre a Lei Aldir Blanc.

onfira o que o André de Jesus tem a nos falar sobre a Lei Aldir Blanc e sua importância para manutenção dos espaços e a participação da cultura da periferia e da Restinga!Cadastros de espaços, coletivos e equipamentos culturais e artísticos ocorrem até o dia 22/08, pelo site https://bit.ly/MapeamentoCulturaPOA.No dia 19/08, às 12h, na página da TV Restinga e do Observatório da Comunidade, ocorre a live sobre como realizar o cadastro destes espaços.Mais informações podem ser obtidas pelo grupo no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/EbQ6gmjB1XU62OEZBbB13M

[Assista o vídeo aqui]

[Live] Moradia e direito à cidade

Introdução a live:

Live Diálogos com a Tinga, com o tema Moradia e direito à cidade. Participação de Jaqueline de Castro, presidente da Associação de moradores da Ocupação Vida Nova; Eduardo Cidade Carniello, acadêmico de Arquitetura e Urbanismo pela PUCRS, Diretor-geral da FeNEA (Federação Nacional de Estudantes de Arq&Urb do Brasil) e membro do Grupo de Pesquisa Geração Urbana e do Lugares – Escritório Modelo de Arq&Urb da PUCRS; e Beto Aguiar, dirigente Nacional do MNLM- Movimento Nacional de Luta pela Moradia e morador durante 43 anos na Restinga. Mediação do professor Maurício Polidoro, do IFRS – Campus Restinga.

Postado em 24/11/2020

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